sábado, 27 de março de 2010

Gripe H1N1

A gripe h1n1 e as Crianças Hoje li um artigo interessante no Jornal I Online que trata sobre a Gripe h1n1 e as crianças. O artigo aborda a necessidade de fazer com que as crianças sintam-se seguras, salientando que os pais devem explicar e responder as perguntas das crianças de uma maneira simples. Diversos pediatras elucidam neste artigo as dúvidas mais comuns dos pais. Pontos Importantes: Deve-se também transmitir as regras de higiene necessárias para se evitar o contágio como: - Lavar sempre as mãos - Evitar levar as mãos aos olhos, boca e nariz - Dormir Bem - Alimentar-se Bem * No caso de existir suspeita de gripe, a criança deve sempre ficar em casa e ser observada por um pediatra. Caso a criança manifeste sintomas da doença, não deve ir à escola ou ao infantário. É importante que fique em casa, em isolamento, para evitar a propagação do vírus. A ingestão de líquidos deve ser reforçada para evitar a desidratação e o apetite da criança deve ser respeitado. As Escolas: As escolas e outros estabelecimentos de ensino assumem um papel importante na prevenção de uma pandemia. Aos docentes cabe a tarefa de explicar às crianças as regras que devem ter em conta para evitar o contágio. Sempre que um aluno apresente febre durante a permanência na escola, deve promover-se o seu afastamento das restantes crianças e deve contactar-se os pais. A criança deverá observada por um profissional de saúde. Infantários e ATL: Ensinar as crianças mais pequenas a esconder o espirro e a utilizar o mesmo lenço apenas uma vez. Devem ser desinfectadas todas as superfícies,desde as maçanetas das portas até aos brinquedos e outros materiais que as crianças partilhem. As medidas habituais de higienização devem ser reforçadas e as crianças devem lavar as mãos mais vezes. Praias e parques infantis: Todos os espaços ao ar livre são recomendáveis, porque reduzem as possibilidades de contágio. Os maiores problemas surgem em espaços fechados onde não haja circulação de ar. Centros comerciais: Não se deve levar as crianças aos centros comerciais, locais fechado facilitam a propagação dos vírus. Leia o artigo na íntegra e saiba mais sobre a Gripe h1n1 e as Crianças: Artigos Relacionados: * Livro | Homeopatia Prática para Bebés e Crianças * Cuidado com as Vitaminas e Suplementos Alimentares * Tipos de Alergia na Infância

O desenho e o desenvolvimento das crianças

Desenvolvimento infantil O desenho e o desenvolvimento das crianças Os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo "Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô." "Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio." "O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP) No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente. Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação - ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. "Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar", explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir. Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos. No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz". De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha. Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. "Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher", explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). "No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade." Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho). "Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido." Yolanda, 5 anos Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos. Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam. Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas. Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características). "Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui." Anita, 5 anos "Dá para ver a sua mãe dentro de casa?" Repórter "Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta." Anita O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura? Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. "A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural", diz Rosa Iavelberg. Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho. Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. "O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos", diz Mirian Celeste Martins. "Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido." Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza - algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas. * Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

Como ajudar os pequenos

Como ajudar os pequenos a controlar as emoções Sentir medo em situações novas faz parte da natureza humana e cabe a todos na creche saber como lidar com essa realidade para evitar dificuldades no futuro O ser humano, todos sabem, é um animal muito frágil. Diferentemente de outros mamíferos, que já nascem em pé e rapidamente aprendem a buscar alimento e se defender, os bebês dependem dos adultos por um longo tempo. Assim, desde o início da vida, eles experimentam a sensação de medo. Acredita-se que os primeiros temores se manifestem por volta dos 3 ou 4 meses de idade. "Nessa fase, o bebê adquire a capacidade de distinguir o familiar do estranho e aprende a diferenciar a mãe (ou o responsável) de tudo o que o rodeia", explica a psicóloga Vera Zimmermann, coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo. "Ao perceber a existência de um desconhecido, ele teme perder o amparo materno." Esse sentimento é parte da nossa vida e "é importante para a própria proteção, pois inibe a exposição excessiva aos riscos", diz a professora Márcia Barbosa da Silva, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná. A psicopedagoga Eliane Pisani Leite, de Brasília, completa: "O medo era uma proteção que o homem das cavernas tinha contra os ataques de predadores e até hoje nos permite sobreviver graças ao recurso da fuga quando algo nos ameaça". Até os 3 anos, é o receio de ser abandonado que mais apavora os pequenos. O escuro, a queda, o barulho e a luz forte estão, desde sempre, relacionados à separação da mãe. A partir dos 2 anos, o repertório aumenta em razão da descoberta do mundo simbólico. É por isso que muitas crianças querem distância de pessoas fantasiadas, como palhaços e Papai Noel. Por isso, ingressar numa escola de Educação Infantil é uma situação nova que pode provocar medo. Afinal, não haverá ninguém da família por perto. Daí a importância da adaptação. "Nos primeiros dias, o bebê ou a criança pequena podem ficar pouco tempo na creche para minimizar esse impacto", recomenda Márcia. Uma recepção calorosa e afetiva dos professores e auxiliares é fundamental para que os pequenos se sintam confiantes e protegidos. Melhor ainda se eles puderem ser recebidos sempre pela mesma pessoa. Todo adulto que vive com crianças precisa saber lidar com o medo infantil. "Se esse sentimento não for adequadamente trabalhado, pode provocar timidez excessiva, ansiedade e até fobias", alerta o psicanalista e psiquiatra Conceil Correa, da Associação Brasileira das Inteligências Múltiplas e Emocional, em São Paulo. Além disso, os temores prejudicam o aprendizado, já que o assustado só quer ficar no colo e pára de brincar com os colegas. Como identificar o medo? Quando o pequeno ainda não aprendeu a falar, a solução é observar reações como choro, expressão de susto, coração acelerado, respiração intensa, inquietação, músculos contraídos e retraimento. Ao passar a conversar, rapidamente surgem frases como "estou com medo", "não gosto", "escutei um barulho" e "está atrás da porta" para expressar a angústia. Além de tranqüilizar e acolher, você pode (sem forçar) estimular os que têm medo a falar, desenhar ou expressar o que os aflige. Assim, eles podem compreender o que estão sentindo e aprender a lidar com isso. Outra ação eficiente é dizer que você também sente medo. "A criança entende que a sensação é comum a todos", ensina Márcia. Ler livros infantis também ajuda muito. "As histórias confortam, pois mostram que, apesar dos temores das dificuldades dos personagens, eles conseguem ir em frente", diz Jefferson Mainardes, da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Bebês e crianças com deficiência também sentem medo e existem pequenas variações na hora de atendêlas. O deficiente auditivo, por exemplo, pode sentir receio de um ambiente desconhecido, mas levar um brinquedo de casa para a creche costuma ser eficaz. É possível que o cego tema a dificuldade de se fazer entender. Então, procure comunicar-se com ele da mesma forma que a família. A criança com deficiência mental às vezes se assombra com um desenho na TV. Nesse caso, evite trabalhar com o mesmo personagem. Em qualquer situação, os pais precisam ser avisados. Explique que não basta dizer aos filhos que "isso não é nada" e tente orientálos a falar sobre o sentimento. Um fantoche contra os temores Uma professora da Escola de Educação Infantil Girassol, em Piracicaba, no interior de São Paulo, desenvolveu durante uma semana um projeto com sua turma de 3 anos para tranqüilizar as crianças em relação a seus medos. Antes de iniciar o trabalho, ela pediu que cada uma trouxesse de casa um par de meias velhas na cor branca para confeccionar um fantoche. No primeiro dia, outra professora, também contadora de histórias, narrou um livro sobre o medo utilizando um boneco. Em seguida, os pequenos fizeram os fantoches com a ajuda dos adultos. Na hora de caracterizá-los, o desafio era representar os temores. Todos fizeram isso pintando a cara do boneco, amarrando os cabelos e vestindo roupas nele - tudo com materiais simples e baratos, como estopa, canetas hidrocor e retalhos de tecido. "A utilização de um material concreto e pessoal - a meia, no caso - para expressar os temores ajudou as crianças a pensar sobre o que elas estavam sentindo", lembra a diretora, Iraídes Varela. Nesse mesmo dia, a professora pediu que cada criança usasse o fantoche para falar sobre os próprios medos. "Depois de exteriorizar seus sentimentos, notamos que todos passaram a se sentir mais tranqüilos. Os receios diminuíram e a turma percebeu que o 'fantasma' não era tão feio quanto parecia", diz a diretora. Na semana seguinte, a missão da meninada foi confeccionar, com a segunda meia, um boneco semelhante ao primeiro para presentear um amigo. "Essa foi a forma que encontramos para que as crianças pudessem compartilhar a experiência assimilada", finaliza Iraídes.

Páscoas

As Duas Páscoas 1a- O Coelho Quando pensamos em páscoa lembramos logo de coelho da páscoa, todos os cartões de páscoa e os comerciais de Tv só falam nele. 1b- O Cordeiro Na primeira páscoa quando o povo de Israel saiu da escravidão do Egito, Deus mandou que matassem um cordeiro sem defeito e passassem o sangue deles nas portas para que ninguém de seu povo morresse naquela noite. A morte desse cordeiro e seu sangue derramado representava o que Cristo iria fazer mais tarde para nos salvar de nossos pecados- que foi exatamente o que aconteceu quando Jesus foi para Jerusalém comemorar a sua última páscoa. 2a- O Ovo de Páscoa Quando chega a páscoa as lojas ficam cheias de ovos de chocolates e todo mundo compra, come e dá de presente para alguém. 2b- Pão e vinho Mas quando Jesus se reuniu com seus amigos para comemorar sua última páscoa, Ele comeu o pão e bebeu vinho e disse que era assim que eles queriam que nós comemorássemos também, nos lembrando Dele e de seu sacrifício que estava para fazer por nós. Aplicação 1: Você já aceitou Jesus, Deus quer que você comemore a páscoa lembrando que Jesus é a nossa páscoa.(1João 5:7) 3a- Feriado Outra coisa que gostamos na páscoa é do feriado, do descanso, dormir até mais tarde... 3b- Jesus Orando Mas Jesus não descansou naquela noite, Ele passou a noite orando, porque sabia o que iria acontecer naquele final de semana de Páscoa. 4a- Feliz Páscoa Na páscoa as pessoas ligam, mandam cartões desejando feliz páscoa para todos, mais a maioria delas nem sabe o que quer dizer realmente. 4b- Coroa A última páscoa de Jesus não foi uma "Feliz Páscoa". Naquela noite quando estava orando, Ele foi preso e levado para ser julgado, condenado e espancado. É que as pessoas que não acreditavam que Ele era o Filho de Deus que veio para nos livrar de nossos pecados, queriam matá-lo. Mas antes o maltrataram muito e até colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça, para que Ele sofresse mais ainda. 5a- Presente Na páscoa nós sempre esperamos receber alguma coisa das pessoas que amamos: um bombom, uma cesta de chocolates, um cartão, presentes... E quando não ganhamos nada ficamos tristes. Aplicação 2: Deus quer que você que já aceitou Jesus seja diferente, e comemore a páscoa mesmo que você não ganhe nenhum presente. Lembrando-se de Jesus e aproveitando a oportunidade para falar aos outros do verdadeiro sentido da páscoa, que é Jesus. 5b- Cruz Na última páscoa Jesus quis nos dar o maior presente: Sua própria vida para nos salvar da morte eterna, que é o castigo dos nossos pecados. Da mesma forma que um cordeiro sem defeito precisava ser morto e seu sangue derramado para proteger o povo da morte, Jesus, o perfeito filho de Deus, foi morto na cruz e derramou o Seu sangue para nos dar vida eterna. E Ele fez isso por amor. (Romanos 5:8) 6a- Criança Quando chega o Domingo de Páscoa, as pessoas já comeram tanto chocolates que estão meio enjoadas, algumas estão até mais gordinhas. Mesmo assim continuam vazias e tristes. 6b- Túmulo Vazio Naquele Domingo de Páscoa, três dias depois que Jesus foi morto e sepultado, também havia algo vazio: Era o túmulo onde Ele havia sido sepultado. Quando algumas mulheres foram visitá-lo lá encontraram o túmulo vazio. Elas ficaram assustadas quando o anjo disse: " Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito" Toda tristeza daquela Páscoa se transformou em alegria quando os amigos de Jesus descobriram que Ele estava vivo. Você também pode ter essa alegria hoje se receber Jesus como seu salvador... (apelo) Fonte: http://www.escoladominical.net/forum/ Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. (1 João 5 : 12)

Audição e Visão

Audição e Visão Aproveite os esquemas que disponibilizamos em nosso site para que os alunos compreendam a anatomia dos ouvidos e olhos. Depois disso e ainda tendo como base os esquemas peça para que descrevam o trajeto dos sentidos da audição e da visão até chegar ao cérebro. Ouvido: http://www.smartkids.com.br/desenhos-para-colorir/ouvidos.html Olhos: http://www.smartkids.com.br/desenhos-para-colorir/visao.html É importante conhecer as doenças que podem afetar esses dois órgãos dos sentidos e, para que os alunos possam aprofundar nesse tema solicite que façam uma entrevista com um otorrino e um oftalmologista. A classe pode ser dividida em grupos, procurando profissionais diferentes e em seguida deverão expor para a classe o que registraram sobre a entrevista. Peça aos alunos uma pesquisa sobre poluição visual e auditiva. Proponha que o resultado seja mostrado para a turma de formas diferentes: através de uma dramatização, criação de um rap, jornal informativo, etc. Esse trabalho terá o objetivo também de conscientizá-los em relação a hábitos muito prejudiciais entre crianças e adolescentes, como por exemplo ouvir música com som muito alto.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

PROJETO AMIZADE

PROJETO AMIZADE – EDUCAÇÃO INFANTIL . OBJETIVOS · Desenvolver competências sociais em crianças de quatro a seis anos · Mostrar como serem amigas · Exercitar a identificação, sensibilidade e fala pública sobre diferentes sentimentos · Destacar como lidarem com as quatro emoções básicas: medo, alegria, tristeza e ira · Ajudar a expressarem sentimentos que lhes desagradam . PÚBLICO-ALVO · 15 a 20 crianças de quatro a seis anos . RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS · Recursos materiais: cartolinas, canetas hidro-cor, revistas velhas · Outros recursos materiais, caso se faça opção por um treinamento e expressão das múltiplas inteligências (Ver fonte de referência 5º) · Recursos Humanos: um a dois Mediadores previamente treinados . QUESTÕES RELEVANTES · O que é a amizade? · Amizade é o mesmo que amor? · O que é um amigo de verdade? · Qual a importância de um amigo? · O que é o medo? · Que coisas nos fazem felizes? · Por quê ficamos tristes? · O que nos deixa com raiva? · Como não falar a um amigo? · Como falar a um amigo? E inúmeras outras do mesmo tipo, levantadas pelas próprias crianças . COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS · Afetividade · Auto-estima · Otimismo · Controle dos impulsos · Empatia – Compreensão do outro · Prestatividade e solidariedade · Sinceridade · Empatia no ouvir · Comunicação Interpessoal · Pensamento dirigido · Autoconhecimento · Administração das Emoções . FASES DO PROJETO · ABERTURA Mediadores, pais, professores, pessoas da comunidade especialmente convidadas discutem e elegem as competências desejadas e a seleção de questões que a culminância do projeto deverá responder. · O TRABALHO PRÁTICO – ESTRATÉGIAS PREPARAÇÃO DO ROTEIRO Os professores e os Mediadores escreverão roteiros de apresentações teatrais simples, cuja duração não deve exceder 15 minutos e que devem vivenciar cenas do cotidiano dos alunos envolvendo temas de relações interpessoais para ajudarem as crianças aprenderem como serem amigas, reconhecerem e falarem sobre diferentes sentimentos, lidarem com verdade e com a mentira, com a ira e com a dor, com o medo e a tristeza, com a alegria e com a felicidade e como expressarem o que lhes agrada e desagrada. Essas pequenas peças podem simular situações do pátio da escola, disputa por lugares, formas de abordagem, etc. ENSAIO Para cada encenação haverá um grupo de “atores” e outro de “espectadores”, mas todos os alunos nas diferentes peças desenvolverão ambos papeis. Durante o ensaio não deve ocorrer a prioridade de “lições de conduta” ou julgamento sobre “atitudes certas ou erradas” ainda que o aparecimento destas, possa gerar uma resposta serena e coerente por parte do(s) intermedializador(es). Os Mediadores poderão ou não introduzir o “ponto” com um ator que não aparece, ajudando os atores nas falas a serem praticadas. APRESENTAÇÃO A apresentação de cada peça se dará de forma similar a qualquer apresentação teatral. DEBATES Após a encenação deverão ocorrer os debates, envolvendo inicialmente apenas os alunos e os Mediadores. Nesse debate deve prevalecer a solicitação de opiniões sobre atitudes, gestos, posturas, ações ainda que as mesmas não devam suscitar julgamentos morais por parte dos professores. Não existe um tempo prescrito previamente para a duração dos debates, embora os Mediadores devam mostrar sensibilidade para não o prolongarem além dos limites do interesse por parte dos alunos envolvidos. SÍNTESE CONCLUSIVA Concluído os debates os Mediadores sintetizarão as conclusões gerais, enfatizando o que se levou os alunos a aprenderem com a atividade. FECHAMENTO É extremamente importante destacar que os valores e os ensinamentos conquistados necessitem ser retomados em momentos e circunstâncias diferentes, internalizando-se nas atitudes dos professores, contextualizando-se aos temas curriculares desenvolvidos. Em verdade, a encenação, debate e síntese conclusiva jamais deve “encerrar” a atividade, antes abrir espaço para práticas sobre novas formas de relacionamento e emprego constante das habilidades sociais no cotidiano dos alunos. . LINGUAGENS APLICADAS Importante atividade de reforço é, em outra oportunidade, reunir-se os participantes do Projeto solicitando que expressem através de diferentes linguagens – pinturas, paródias, colagens, desenhos, corais, etc. – os valores desenvolvidos e supostamente apreendidos durante a atividade. Atividade extremamente enriquecedoras é utilizar diferentes estratégias de comunicação, conforme as inteligências humanas suscitadas – lingüistica, lógico-matemática, visuo-espacial, sonora, cinestésico-corporal, naturalista, intra e interpessoal – e organizar painéis ou murais expressando os valores assumidos. . AVALIAÇÃO A forma de avaliação será desenvolvida através da comparação de relatórios organizados por todos os elementos da equipe docente avaliando as atitudes dos alunos em sala de aula e no pátio da escola, antes e depois da realização de cada encenação, enfatizando a eventual permanência, após seis meses ou mais, de valores eventualmente assumidos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mario Quintana

DEFICIÊNCIAS Mario Quintana "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus."A amizade é um amor que nunca morre."